endocrinologia
O que é a endocrinologia?
Que doenças a endocrinologia trata?
Sistema Endócrino
diabetes
     Visão Geral
        O que é o diabetes
        Sintomas
        Tratamento
        Estilo de vida
        A dieta no diabetes
        Glicemias Alteradas
        Situações Especiais
        Pré-diabetes
     Perguntas: diabetes
     Perguntas: diabetes tipo 1
     Perguntas: diabetes tipo 2
     Automonitorização
     Medicamentos
obesidade
     Visão Geral
         Tratamento
         Medicações
         Cirurgia
         Mais informações
     Síndrome metabólica
     10 passos para uma alimentação saúdavel
     "fórmulas" para emagrecer
tireóide
     Visão Geral
     Hipotireoidismo
     Hipertireoidismo
     Tireóide Engorda?
     Nódulos de Tireóide
     Testes e Auto-Exame

outros
     Ovários Policísticos
     Colesterol e Triglicérides


Sites Recomendados
Arquivos para Download
Calcule seu IMC

Encontre um Endocrinologista
 
  sobre o especialista
Perfil
Atendimento
Curriculum Lattes
Publicações
Notícias
Contato
 
Glicemias Alteradas

O que fazer se a glicemia estiver muito alta (hiperglicemia)?

Mesmo se o paciente diabético cuidar-se bem, podem acontecer flutuações do nível de glicose no sangue.
Níveis elevados de glicemia (acima de 200 mg/dL) vão fazer com que o paciente elimine glicose pela urina. Nesse caso, o diabético vai urinar mais vezes e em maior quantidade, além de sentir sede em excesso.
O exercício físico pode ajudar a diminuir a glicemia. No entanto, não é recomendado se a glicemia estiver acima de 240 mg/dL.
Pacientes diabéticos do tipo 1 que desenvolvem alguma doença (por exemplo: infecções) e apresentam aumento da glicemia nessa ocasião devem fazer um teste para determinar a presença de cetonas na urina (cetonúria). Existem fitas disponíveis comercialmente para fazer esse teste, com resultado rápido (alguns segundos). Se o teste for positivo, o paciente deve procurar imediatamente um hospital. Importante ressaltar que o uso de insulina não deve ser interrompido.
As cetonas se formam no corpo quando o diabético tipo 1 tem algum problema que aumenta a quebra de gorduras do corpo, como infecções, uso de alguns medicamentos ou a parada do uso da insulina. Nesse caso, o paciente pode desenvolver uma complicação séria, com risco de vida, chamada cetoacidose diabética, que requer tratamento imediato dentro de um hospital.
Se o paciente estiver apresentando aumento da glicemia mas não possuir cetonas na urina, ele pode tentar comer um pouco menos que o habitual. Caso isso não controle a glicemia, deve-se entrar em contato com o médico para discutir maneiras de combater a hiperglicemia. Uma opção é o uso de insulinas de ação rápida para correção de eventuais hiperglicemias. Não devem ser usados medicamentos ou alterada a medicação em uso sem prescrição médica.

O que fazer se a glicemia estiver muito baixa (hipoglicemia)?

A hipoglicemia ocorre quando o nível de glicose cai abaixo de 70 mg/dL. Os sintomas que podem ocorrer são: tremores, tontura, confusão mental, dificuldade de concentração, fome, palidez, suor em excesso e dor de cabeça. Em casos graves, podem acontecer desmaios, convulsões e até coma. Hipoglicemias podem ocorrer se o paciente estiver fazendo uso da medicação para diabetes mas não se alimentar corretamente (ficar um período muito longo de tempo sem alimentação), alimentar-se menos que o habitual ou fizer exercício físico mais intenso que de costume.
Nesse caso, deve-se confirmar o nível de glicemia, se possível, através de medidas na ponta do dedo. O tratamento deve ser feito rapidamente com carboidratos de absorção rápida, tais como: um copo de suco ou refrigerante (com açúcar), ou 2 a 3 balas doces, ou sachês de glicose (disponíveis nas farmácias).
A melhora dos sintomas costuma ser rápida após a ingesta de carboidrato. A medida da glicemia deve ser repetida dentro de 15 minutos. Se continuar baixa, pode-se repetir a oferta de açúcar. Se, mesmo assim, a glicemia ainda estiver abaixo do normal (menor que 70mg/dL),  o paciente deve ser levado a um hospital. Uma opção de tratamento, para indivíduos que têm hipoglicemias com facilidade, é o uso de glucagon injetável, na dose de 1 mg intramuscular, aplicado por outra pessoa. O glucagon é um hormônio que provoca o aumento da glicemia, e pode ser comprado em farmácias especializadas, com receita médica.
Hipoglicemias graves, que levam o paciente à perda de consciência, devem ser tratadas no hospital, com glicose endovenosa.
Os familiares e/ou as pessoas que convivem com o diabético devem ser ensinados a reconhecer e tratar episódios de hipoglicemia, pois algumas vezes o paciente pode ficar fraco ou torporoso demais para tratar-se sozinho.
Se o paciente estiver dirigindo e começar a apresentar sintomas de hipoglicemia, deve estacionar imediatamente e procurar tratamento, para evitar acidentes.

É comum apresentar hipoglicemias?

Alguns estudiosos do diabetes afirmam que “a hipoglicemia é um fato da vida para pacientes diabéticos”. De fato, estudos mostram que pacientes diabéticos em bom controle glicêmico costumam apresentar episódios leves de hipoglicemia com certa freqüência, de 1 a 3 vezes por semana, que melhoram rapidamente com a ingesta de carboidratos. Portanto, apresentar hipoglicemias leves ocasionalmente pode ser um bom sinal, representando que o controle está adequado.
No entanto, se o diabético começar a apresentar episódios de hipoglicemia grave, necessitando da ajuda de terceiros ou de tratamento em hospital, ou começar a sofrer interferências na sua vida pessoal devido a hipoglicemias muito freqüentes, torna-se importante procurar o médico para ajuste do tratamento.

 
 
DESENVOLVIMENTO E HOSPEDAGEM ICOMP